Além disso, auxilia o organismo na capacidade de resposta a situações de stress.
Em caso de deficiência da vitamina B5, a pessoa pode apresentar doenças neurológicas, insônia ou sonolência, cãibras, problemas na produção de anticorpos, sensação de ardor nos pés, náuseas, dores e cólicas abdominais.
Em caso de excesso da vitamina B5, o que é muito raro acontecer, já que a mesma é hidrossolúvel e pode ser facilmente excretada pelas vias urinárias, não foram constatadas anomalias no organismo, significando que o consumo excessivo da mesma não representa nível de toxicidade.
É muito fácil encontrar essa vitamina em diversos alimentos de origem animal e vegetal, sendo algumas das principais fontes de vitamina B5: fígado, rim, gema de ovo, carne de frango ou boi, leite (e derivados do leite), brócolis, melaço, batata doce, lentilha e abacate.
Segundo o livro Dietary Reference Intakes Table, Food and Nutrition Board (2002), a recomendação de consumo dessa vitamina para um ser humano saudável é:
- Lactentes (de 0 a 12 meses) - por volta de 1.8 mg;
- Crianças (de 1 a 13 anos) - entre 2 e 3 mg;
- Adultos - por volta de 5 mg;
- Gestantes e mulheres na fase de lactação (amamentação) - entre 6 e 7 mg.